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segunda-feira, 1 de abril de 2019

É mentira da barata??!!



                 Um assunto que dominou as manchetes dos principais meios de comunicação, semana passada, foi a polêmica sobre os festejos relacionados ao aniversário da chegada dos militares ao poder, há 55 anos, em 31 de março, que, na verdade, se efetivou em 1º de abril, conhecido como Dia Internacional da Mentira. O presidente Bolsonaro causou polêmica, ao determinar que corporações militares celebrassem a data, como uma forma de patriotismo.


                 Aquilo que, para uns, representou um golpe, para outros, uma revolução, teve lá sua importância para os rumos da história, assim como, periodicamente, algumas florestas ao redor do mundo pegam fogo, para renovar a vegetação. Como tudo na vida, aquele evento histórico teve seu lado bom e seu lado ruim. Naqueles idos de 1960, 1970 e 1980, havia muita coisa boa no ar, porque foi uma época culturalmente rica, pelo menos, mas ainda era possível sentir falta de algo importante.


                 A gestão dos militares até trouxe algum progresso e desenvolvimento para o país, mas muitos abusos e injustiças foram cometidos à época, tanto por eles e seus apoiadores como por seus opositores. Quando da implantação do sistema, as tropas deixaram os quartéis com ordens e alvos preestabelecidos, ocupando locais estratégicos e prendendo pessoas que não necessariamente fossem comunistas, mas que eles vissem como ameaças, porque aquelas pessoas talvez tivessem se posicionado de forma muito liberal, em algum momento.


                 Independentemente de sua posição política e de suas opções, nas eleições do ano passado, você há de convir que, pesando os prós e contras, a ditadura é algo indesejável e que ninguém quer que se repita, embora, dada a insegurança atual, até se sentisse tentado a aceitá-la, mas, normalmente, nenhuma nação se desenvolve, permanentemente, sob um governo desse naipe. A ditadura pode ser pensada como um recurso a ser empregado em casos extremos e por tempo determinado. Se os militares querem e pensam que é algo a se celebrar, que o façam, porém discretamente, em seus postos de trabalho, como uma forma de respeito à sociedade. Porque não há nada a ser comemorado, de fato. Como foi um evento deveras controverso e polêmico, ao ponto de rachar a nação, é melhor evitar revolvê-lo, a fim de evitar maiores desgastes, e passarmos todos a olhar para frente. O melhor pedaço mesmo de tudo é ficar com a democracia, no final das contas.

                 Mesmo hoje sendo Primeiro de Abril, desejamos que tenham todos bons restantes de semana e de mês, de verdade.



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