E, mais uma vez, o mês de abril se abriu e se fechou outra vez, levando embora suas águas escassas, entrando para a história, com seus segredos trancados à sete chaves, sem que tivéssemos tempo de conversar sobre um filme que vimos, há mais de um ano, e do qual nos recordamos agora: o longa metragem brasileiro Abril Despedaçado.
Um novo espaço para apresentação de desabafos e de pensamentos mais maduros a respeito de notícias e de episódios do cotidiano dos quais tomamos conhecimento.
Lição moral bastante atual
Mensagem Dele Para 2025 A.D. Em Diante
Só vai na fé mesmo
Missão
Nossa missão: Dar vazão às mentes e às vozes que querem questionar e repensar o Brasil de uma maneira distinta, objetiva e imparcial.
O Profeta diz a todos: "eu vos trago a verdade", enquanto o poeta, mais humildemente, se limita a dizer a cada um: "eu te trago a minha verdade."
Mario Quintana
A Pandemia pode ter passado, mas, onde você estiver, não se esqueça de mim.
Eu também não me esquecerei de você, haja o que houver.
Falando em Pandemia, ela se foi, mas o Coronavírus continua entre nós, fazendo vítimas.
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sexta-feira, 2 de maio de 2014
Abril fechado
E, mais uma vez, o mês de abril se abriu e se fechou outra vez, levando embora suas águas escassas, entrando para a história, com seus segredos trancados à sete chaves, sem que tivéssemos tempo de conversar sobre um filme que vimos, há mais de um ano, e do qual nos recordamos agora: o longa metragem brasileiro Abril Despedaçado.
sábado, 22 de junho de 2013
Paciência 2
Sabe aquelas situações que fazem parte dos nossos cotidianos durante as quais contamos os minutos ou as horas para sair delas, como se estivéssemos correndo sobre uma esteira? Situações pelas quais temos que passar periodicamente e que, por mais que já estejam impregnadas em nossas rotinas e que façam parte de nossos trabalhos, continuam sendo pontos de passagem tensos e dolorosos???
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domingo, 25 de novembro de 2012
Estado de sítio 4
Você deve ter se surpreendido com a minha posição sobre a violência, expressa nas postagens mais recentes. Admito que, ultimamente, tenho deixado meu lado senhor Hyde, o alter ego do doutor Jekyll, protagonista do clássico "O médico e o monstro", escrever um pouco por mim, o que implicou na expressão de opiniões um tanto radicais e surpreendentes, para quem me conhece.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Hora de acordar
Semana passada, um homem foi vítima de sequestro-relâmpago, pasmem, enquanto caminhava com seu cachorrinho, próximo ao Palácio da Abolição (até recentemente sede do executivo estadual), no bairro Aldeota, em Fortaleza. Pasmem, porque a vítima estava à pé e porque estava perto de um local teoricamente seguro, um palácio do governo, quando um grupo de supostos vagabundos frustrados com a vida, provavelmente sem empregos e sem estudos e oriundos da periferia, resolveu cruzar a cidade, em dois carros supostamente roubados, em busca de fortes emoções, para eles e para quem lhes cruzasse o caminho.
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