Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, faz-se pertinente marcar a data com a retomada de uma discussão que já se esperava que, por sensatez, estivesse superada, neste começo de século XXI: a tese de legítima defesa da honra, que ainda é, frequentemente, levantada na defesa de homens que vão à julgamentos, após assassinar suas (ex-)namoradas, (ex-)esposas ou (ex-)companheiras, porque se sentiram traídos por elas, por vezes com base naquele pensamento de que "se ela não pode mais ser minha, não vai ser de mais ninguém".







