As pesquisas eleitorais têm se mostrado um tanto controversas, para os cargos de presidente e de governadores. No primeiro caso, por exemplo, elas exploram uma possibilidade inusitada: a de um
candidato preso e condenado seguir na disputa, embora as leis não prevejam esse tipo de situação. Uma clara forçação de barra por parte dos articuladores da campanha dele, que esgotarão todos os recursos jurídicos possíveis para mantê-lo no páreo, nem que seja apenas para
tumultuar o pleito. Teoricamente, era algo que não deveria acontecer, mas as possíveis consequências disso, na prática, são
temerárias, porque esse candidato recluso tem grandes chances de ser eleito, se ele for até o fim da disputa. Uma vez eleito, dar-lhe-ão posse ou não???