Você, brasileiro ou brasileira, por gentileza, responda, com toda a sinceridade, do fundo de sua alma: sem querer menosprezar a gravidade da situação, mas, ao tomar conhecimento daquela invasão de prédios públicos da capital federal, há um ano, você se sentiu ameaçado(a) ou ofendido(a)? Aquilo mexeu com você, de algum modo? Você se consideraria capaz de fazer aquilo ou de incentivar seus filhos a fazê-lo? Acreditamos que sua resposta seria não, pelo menos para esta última pergunta. Quiçá você tenha pensado, mais ou menos assim: "Se aqueles prédios, que têm tanta segurança, estão vulneráveis assim, imagine a minha casa, onde quem tem que cuidar da segurança sou eu mesmo".






