Lição moral bastante atual

Lição moral bastante atual

Mensagem Dele Para 2025 A.D. Em Diante

Só vai na fé mesmo

Faça a diferença.

Missão

Nossa missão: Dar vazão às mentes e às vozes que querem questionar e repensar o Brasil de uma maneira distinta, objetiva e imparcial.
O Profeta diz a todos: "eu vos trago a verdade", enquanto o poeta, mais humildemente, se limita a dizer a cada um: "eu te trago a minha verdade."

Mario Quintana

Previna-se

#vaidarcerto

#vaidarcerto
Já está dando certo.

A Pandemia pode ter passado, mas, onde você estiver, não se esqueça de mim.

A Pandemia pode ter passado, mas, onde você estiver, não se esqueça de mim.
Eu também não me esquecerei de você, haja o que houver.

Falando em Pandemia, ela se foi, mas o Coronavírus continua entre nós, fazendo vítimas.

Falando em Pandemia, ela se foi, mas o Coronavírus continua entre nós, fazendo vítimas.
Por isso, continuemos nos cuidando.

Doctoralia - Publicidade médica

Tony Harrison Oliveira Nascimento - Doctoralia.com.br

Onde estamos?

Wikipedia

Resultados da pesquisa

Translate us (traduza-nos)

Pesquisar neste blog

Mostrando postagens com marcador plano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador plano. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

A Marcha Das Valquírias Mundo Afora - Parte 2

 


            Está previsto para hoje evento oficial em Brasília, para marcar esta data, no qual, obviamente, só podem tomar parte aqueles que estão com os poderes nas mãos, metralhando rajadas de balas de intimidação para todos os lados, a fim de atingir quem eles pensam que pretende comemorar aquilo que algumas mentes psicóticas e paranoides chamam de "tentativa de golpe". Não se trata de uma questão de comemorar, como se fosse um dia de jogo da Seleção Brasileira de Futebol, em Copa do Mundo, fazendo festa, bebendo cerveja, soltando fogos de artifício, dançando ao som de música alta, enfim, nada disso. Até porque,

domingo, 7 de janeiro de 2024

A Marcha Das Valquírias Mundo Afora - Parte 1

 


            A data de amanhã, 8 de janeiro, ficou marcada, há exatamente um ano, não necessariamente por causa do aniversário deste nosso blog (blog este que ainda terão que engolir na blogosfera, por muito tempo, parafraseando o saudoso Zagalo, que partiu para a oficina de Deus, há poucos dias), mas principalmente porque deu lugar a um dos episódios mais ousados e inusitados da história do país. Ela caiu num domingo, coincidentemente ou não. Um domingo que não chegou a ser tão sangrento, literalmente, mas que se mostrou sangrento, moral e eticamente falando. Aquele domingo mostrou o quanto a democracia, o Estado, a segurança, a ordem, o progresso, a moral e a ética são frágeis. Tudo começou quando um levante popular marchou contra prédios públicos federais estratégicos, afrontando os principais poderes constituídos da república, não necessariamente no intuito de assumir o governo. Aquela multidão, depois que adentrou aqueles palácios, parecia perdida e sem saber o que fazer, daí em diante. Aquelas pessoas,

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Brasis paralelos




            Sobre comemorar o que, para uns, foi golpe, e, para outros, revolução, ideia lançada juntamente com uma frase polêmica de um ex-ministro, há eventos na vida que não merecem ser celebrados, nem odiados, mas apenas tratados como páginas viradas ou simplesmente ignorados. Há eventos que alguém gostaria de voltar no tempo para remodelá-los até ficarem de um jeito que desse orgulho recordar, para que se pudesse guardar com tranquilidade a impressão de que a vida foi plenamente bem vivida, numa determinada fase, mas, não sendo possível, como dizia uma música de Gilberto Gil, melhor mesmo é deixar prá lá e não chorar mais pelo que passou.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Parem tudo que eu quero descer 6


                       Como foi dito em outra postagem, para resolver os problemas de mobilidade urbana, é preciso atuar em várias frentes. É preciso observar fatores humanos e estruturais, observar como a cidade cresce e como as pessoas crescem com ela, não necessariamente de maneira proporcional, e observar como as pessoas interagem entre elas e com a cidade. Assim, vamos entender as razões que levam cada um dos condutores a optar por colocar seu veículo de duas ou de quatro rodas para fazer mais volume nas ruas. Teoricamente, o espaço deveria ser de todos, mas será que todos temos as mesmas chances de ocuparmos este espaço da mesma forma, de termos os mesmos direitos e de sermos igualmente beneficiados???

sábado, 3 de novembro de 2012

Último suspiro


                               Aproveito a passagem deste Dia de Finados para escrever sobre a morte, é óbvio. Entretanto, não pretendo escrever sobre a morte humana, tal como conhecemos, ou melhor, achamos que conhecemos, mas ainda não nos acostumamos com ela e ainda não aprendemos a lidar com ela.