A Espanha vive uma situação parecida com a que vive o Brasil, desde a prisão de um deputado federal que atacou o Poder Judiciário e incitou um novo golpe de Estado no Brasil. Explicando: lá, a discussão sobre a validade e os limites da liberdade de expressão também foi levantada, depois que um cantor de rap foi preso sob acusações de fazer críticas à monarquia e incitar a violência. Muitos foram às ruas protestar contra a prisão dele.
Um novo espaço para apresentação de desabafos e de pensamentos mais maduros a respeito de notícias e de episódios do cotidiano dos quais tomamos conhecimento.
Lição moral bastante atual
Mensagem Dele Para 2025 A.D. Em Diante
Só vai na fé mesmo
Missão
Nossa missão: Dar vazão às mentes e às vozes que querem questionar e repensar o Brasil de uma maneira distinta, objetiva e imparcial.
O Profeta diz a todos: "eu vos trago a verdade", enquanto o poeta, mais humildemente, se limita a dizer a cada um: "eu te trago a minha verdade."
Mario Quintana
A Pandemia pode ter passado, mas, onde você estiver, não se esqueça de mim.
Eu também não me esquecerei de você, haja o que houver.
Falando em Pandemia, ela se foi, mas o Coronavírus continua entre nós, fazendo vítimas.
Doctoralia - Publicidade médica
Onde estamos?
Wikipedia
Resultados da pesquisa
Translate us (traduza-nos)
Pesquisar neste blog
Mostrando postagens com marcador militares. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador militares. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021
Ressonância Antidemocrática
Labels:
Brasil,
Espanha,
Estado,
eufemismo,
expressão,
golpe,
imprensa,
liberdade,
militares,
Myanmar,
Poder Judiciário,
repressão
domingo, 14 de abril de 2019
Quando não é 8, é 80
Cena 1:
Na madrugada de 7 de dezembro do ano passado, no município cearense de Milagres, cerca de 475 km de Fortaleza, durante confronto entre policiais e bandidos que pretendiam assaltar bancos na cidade, 14 pessoas foram mortas, sendo elas 8 criminosos e 6 reféns, sendo estes membros da mesma família que estavam de passagem pela região, oriundos do sertão pernambucano. Como é de praxe, quiseram crucificar a polícia, alegando que, como todos os mortos foram abatidos por tiros de fuzil, portanto, todos foram mortos pelos policiais, porque os bandidos estariam usando apenas revólveres e espingardas, e que, portanto, não poderiam ter feito tanto mal assim, porque eram uns pobres coitados. Trata-se de um argumento vazio, porém, ao mesmo tempo, politicamente tendencioso e paternalista. Não obstante, cerca de 30 pessoas devem ser indiciadas, neste caso, entre policiais e bandidos sobreviventes.
Labels:
abuso,
autoridades,
bandidos,
cangaço,
circunstâncias,
confronto,
consequências,
heróis,
militares,
mortes,
paradigmas,
policiais,
reality show,
segurança,
traficantes
Assinar:
Postagens (Atom)

