O sujeito se recorda bem de sua infância, na década de 1980, quando só se viam nas propagandas de televisão ou nas ruas de sua cidade, praticamente, automóveis de quatro grandes marcas, que fabricavam, montavam e vendiam seus veículos, aqui mesmo, no Brasil. Tanto é que duas delas chegaram a se fundir num consórcio inicialmente bem sucedido chamado Autolatina. Recorda-se também, orgulhosamente, o menino que, à época, seu pai era um privilegiado proprietário de um possante Ford Corcel 2, um esportivo que reunia potência, elegância e formalidade.


