Cena 1:
O sujeito era médico efetivo num município onde recebia pouco e se sentia muito explorado, até que se viu afrontado no trabalho, quando a nova secretária de saúde local chegou (des)tratando-o de um modo que mesmo sua esposa não costumava tratá-lo assim, gritando e reclamando que ele também estaria trabalhando noutro município, que não estaria cumprindo integralmente a carga horária preconizada pelo concurso público e que o acordo de cavalheiros feito com o secretário de saúde que o admitiu, para trabalhar lá por menos horas semanais, na prática, era uma imoralidade.
