Um certo líder espiritual de uma religião oriental, durante uma cerimônia pública, no seu templo religioso, teria abraçado uma criança e, em seguida, expondo sua língua para fora da boca, teria perguntado se o menino poderia chupá-la. Fosse no Brasil, sem sombra de dúvidas, um inquérito policial teria sido instaurado, no mínimo. Nossa cultura e nossas leis não são compatíveis e tolerantes com esse tipo de conduta, por mais ingênua que possa tentar parecer. Um gesto, sem sombra de dúvidas e no mínimo, grotesco, que pode dar margens às piores interpretações possíveis, muito embora, após a repercussão internacional negativa do caso, os representantes daquele líder tenham emitido as seguintes notas: