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domingo, 27 de janeiro de 2019

O velho sal negro e amargo do norte



                  A situação socioeconômica da Venezuela é insustentável. Quem tem uma visão de realidade distorcida não quer enxergar isso. Não é perseguição tendenciosa de alguns meios de comunicação, pois todas as notícias que vem de lá por distintos órgãos de imprensa são praticamente as mesmas. O modelo de governo implantado na Venezuela, há vinte anos, denominado por seus idealizadores "Revolução Bolivariana", tem se mostrado um fiasco.


                  Tendo sido, por algum tempo, o país mais próspero da América do Sul, a Venezuela já foi uma Pasárgada para os brasileiros, por exemplo. Ela ostentava um padrão de vida aparentemente elevado e oriundo da riqueza gerada pela exportação de petróleo. No entanto, chegou um momento em que a riqueza do petróleo deixou de ser suficiente para sustentar o status dos venezuelanos, que começaram a vivenciar uma situação de guerra, com a falta de gêneros alimentícios e de produtos de higiene pessoal nos supermercados, por exemplo, e a explosão da inflação. 


                  Enquanto Nicolás Maduro insiste em se manter de pé, acenando para o povo, fingindo que está tudo bem na Venezuela e querendo que todos acreditem nisso, mesmo com um poder paralelo se insurgindo e com a oposição nomeando seu próprio presidente da República, cuja autoridade já é reconhecida por outras nações, a nação agoniza com a falta de insumos básicos para a sobrevivência e com a consequente e constante sangria humana. Ou seja, o governo faz apoteose, e o país se esvazia.

 
                   A gestão Maduro pode até estar embasada na legitimidade, porque se mantem às custas de um amplo processo eleitoral, embora controverso, mas carece de moral, de ética e de credibilidade. Para o sr. Maduro, o melhor a fazer seria deixar a arrogância de lado, admitir que seu governo fracassou e que ele não tem mais sustentabilidade e renunciar de vez ao mandato, em vez de seguir dourando a pílula, antes que lhe aconteça algo pior que o impeachment de Dilma Housseff, no Brasil, em 2016, por exemplo. Pois, daqui a pouco, depois que o último sair e apagar as luzes, não haverá mais povo ou nação a ser governado. 



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