Viva São João!!!

Viva São João!!!
Felizes Festas Juninas.
O Profeta diz a todos: "eu vos trago a verdade", enquanto o poeta, mais humildemente, se limita a dizer a cada um: "eu te trago a minha verdade."

Mario Quintana

Editorial

Embora o Brasil não esteja em uma boa fase de sua história e não esteja sendo bem administrado, retroceder ao passado, principalmente àquele passado mais remoto e sem resultados satisfatórios para a coletividade, não é a solução.

Uma geração acreditou que, quando a oposição chegasse ao poder, finalmente, sentir-se-ia representada. Votou em um candidato à presidente que caiu e se levantou, algumas vezes, mas agora já não sabe mais em quem confiar, porque não há mais representações legítimas, para os trabalhadores e os estudantes. Existem apenas partidos para representar seus próprios interesses ou defender os privilégios de seus aliados diretos.

Dar vazão às mentes e às vozes que querem questionar e repensar o Brasil de uma maneira distinta, objetiva e imparcial. É para isto que estamos aqui.

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segunda-feira, 12 de março de 2012

Trote




Neste começo de temporada, iniciam-se mais uma vez os períodos letivos, em diversas instituições de ensino superior do país, com entrada de novos personagens nos seus elencos. Portanto, vejo que é hora de retomar um tema polêmico sobre o qual eu havia discorrido, lá em Consciência Acadêmica, há dois anos, e que deixei em stand by. 



Nas minhas pesquisas sobre o trote aos calouros das faculdades, uma das coisas que pude observar é que, de fato, o movimento estudantil universitário está enfraquecido e banalizado, por ter se canalizado, pelo menos em parte, para o lado festivo, regado com muita bebida, e, às vezes, até com drogas recreativas ilícitas. Isto gerou uma grande polêmica, ano passado, quando estudantes da USP foram flagrados consumindo maconha no campus daquela universidade e detidos. Em resposta, centenas de alunos da instituição ocuparam um dos prédios do setor administrativo e protestaram contra a presença da Polícia Militar no campus.

A presença de policiamento ostensivo no território da instituição foi solicitado pela reitoria, motivada pelo clamor da comunidade acadêmica, após uma tentativa de assalto, que culminou na morte de um universitário, nas dependências da USP. Dias depois, um dos acusados do crime foi preso e em seguida liberado, saindo pela porta da frente da delegacia, sorrindo e dizendo aos repórteres que não entregaria seu comparsa “por razões éticas”. Mais alguns dias passaram e eleteve sua prisão preventiva decretada e foi novamente preso e encaminhado a um presídio. Depois precisamos conversar sobre isso e retomar a conversa sobre trotes. Por ora, vejam o que o advogado daquele latrocida disse.









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