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terça-feira, 24 de abril de 2012

Celular


                          Você já reparou o quanto somos viciados e dependentes do telefone celular??? Reparou que geralmente temos o cacoete de tirarmos o aparelho do bolso ou da bolsa, de vez em quando, quase que automaticamente, para ver se há alguma mensagem ou ligação nova???

                         Eu admito que tenho esses sestros que mencionei. Quanto mais multifuncional o aparelho, mais intensos são esses gestos. Eu, por exemplo, saco meu "canivete digital", de vez em quando, para tirar fotos, gravar vídeos e, principalmente, para fazer anotações, como esta pastagem, por exemplo. Há aquelas pessoas que sacam seu celular de ultima geração, só para exibir mesmo, e saem caminhando e falando pelas ruas, como se estivessem na Disneylândia. A elas, sugiro que abram os olhos.       
     
                          Celular, alguém consegue se imaginar vivendo sem ele, como há uns vinte anos??? Ele deixou de ser artigo de luxo e passou a ser um acessório essencial na vida de quase todo mundo, independente de classe social, religião ou país, assim como um documento de identificação e as chaves de casa, por exemplo. Praticamente, todo mundo tem o seu, como se fosse uma parte de seu corpo. É mais ou menos assim na Finlândia, que é considerada o país com maior número de linhas de celulares ativas do mundo. Tanto que telefone celular, no idioma finlandês, se diz algo como "prolongamento da mão". Os finlandeses gostam tanto de celulares que eles organizam campeonatos de arremesso de celulares velhos.

                          Os delinquentes mais miseráveis que andam pelas ruas representando uma grave ameaça pública acham que todo mundo é obrigado a ter um celular para oferecer a eles. Eles são capazes de matar e de morrer por causa de um pedaço de metal misturado com plástico e vidro. Eles vivem disso. Eles só pensam em roubar celulares, talvez pelo prazer de mutilar o corpo de alguém, simbolicamente, e também porque sabem que ninguém vai se dar ao trabalho de registrar queixa só por causa de um celular e que os policiais não vão atrás deles, só por causa de um celular. Afinal, lembre-se de que este é o país do "não vai dar em nada", onde cada um só pensa no seu. Depois eu quero conversar mais sobre isto.

                          Por enquanto, quero que você leia a seguinte dica de segurança e de utilidade pública, que divulguei, há alguns anos:
Ao adquirir um celular, digite nele o código *#06#, e você verá o número de série do aparelho. Anote esse número. Em caso de perda ou roubo do aparelho, ligue prá operadora e informe o número de série. Assim, a operadora poderá bloquear o aparelho, com ou sem chip, e invalidá-lo permanentemente. Assim ele não terá mais serventia, nas mãos de quem quer que esteja com ele.


                           Sugiro que você aprecie também mais esse artigo que apresenta mais utilidades públicas muito interessantes, que eu considero novidades, para seu celular: http://tudehistoria.blogspot.com.br/2012/04/utilidades-secretas-de-seu-celular.html.

                           Como eu já havia dito antes, uma coisa que acho absurda, abominável e inconcebível é celular nas mãos de crianças e de adolescentes. Se, nas mãos de adultos, estes já podem fazer mau uso dos aparelhos, imagine nas mãos de menores de dezoito anos.

                           Ano passado, foi promulgada uma lei estadual proibindo o uso de telefones celulares dentro de todas as agências e postos bancários do Estado do Ceará. Parece que a lei não vingou. Até agora, não vi alguém que a levasse à sério, e os crimes de roubo à banco e de "saidinha bancária" vêm aumentando.

                           Enfim, vejo o celular como uma espécie de canivete suíço, porque sua função tem sido muito mais que receber ou fazer chamadas, mas, sim, tornar mais prática a vida do ser humano do século XXI, com suas mil e uma utilidades. Faço votos para que os celulares sejam cada vez mais aperfeiçoados, no tocante à durabilidade do aparelho, para que ninguém precise trocá-lo, todos os anos, ao consumo energético, para que as baterias possam armazenar mais energia e terem maior vida útil, e à segurança, para evitar que caiam nas mãos erradas e que sejam usados indevidamente, por exemplo.



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