Tire o pé do acelerador e redimensione sua vida.

Tire o pé do acelerador e redimensione sua vida.
Tire o pé do acelerador e redimensione sua vida.
O Profeta diz a todos: "eu vos trago a verdade", enquanto o poeta, mais humildemente, se limita a dizer a cada um: "eu te trago a minha verdade."

Mario Quintana

Editorial

Embora o Brasil não esteja em uma boa fase de sua história e não esteja sendo bem administrado, retroceder ao passado, principalmente àquele passado mais remoto e sem resultados satisfatórios para a coletividade, não é a solução.

Uma geração acreditou que, quando a oposição chegasse ao poder, finalmente, sentir-se-ia representada. Votou em um candidato à presidente que caiu e se levantou, algumas vezes, mas agora já não sabe mais em quem confiar, porque não há mais representações legítimas, para os trabalhadores e os estudantes. Existem apenas partidos para representar seus próprios interesses ou defender os privilégios de seus aliados diretos.

Dar vazão às mentes e às vozes que querem questionar e repensar o Brasil de uma maneira distinta, objetiva e imparcial. É para isto que estamos aqui.

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Meu jeito

                         
                          Nestes dias, tudo parece feio, frio e triste, porque o céu está nublado, mas não chove, e as festas de fim de ano acabaram. Desta vez, o showterminou mesmo. Já é hora de desfazer a decoração natalina, e tudo deve voltar a ser sem graça, como antes. Tentarei amenizar este clima deprimente com esta postagem, porque temos algo a comemorar.

                          Temos a comemorar porque a vida continua, passamos de um ano para o outro e chegamos aqui, sãos e salvos. Comemoremos também porque este blog está no ar, há exatamente um ano. Tenho feito, gradualmente, algumas mudanças na aparência da página. Quero aproveitar a oportunidade para começar a explicar como funciona este blog. Há tempos, desejo falar sobre o meu jeito de escrever e de publicar aqui. Antes disso, aproveito o momento de aniversário e saúdo, desde já, também todos os aniversariantes destas datas próximas que por aqui passarem, em especial, as companheiras Aninha e Joaninha, dos tempos de faculdade, e minha irmãzinha Hertinha.

                          Quando entrei na blogosfera, há quase cinco anos, com o meu Consciência Acadêmica, desejava, além de me expressar e de deixar fluir minha verve por escrito, o canal de comunicação pelo qual tenho maior desenvoltura, deixando, assim, minha mente mais leve e mais produtiva, desejava que minhas opiniões, produtos das informações das quais tomo conhecimento, em meu cotidiano, fossem cada vez mais longe e que chegassem a ser lidas pelo maior número possível de pessoas de bem, em qualquer lugar do mundo. Desejava que meus textos, uma vez engarrafados e lançados ao mar da Internet, caíssem em boas mãos, provocando alguma reação positiva de apoio, conquistando um milhão de amigos, como naquela música de Roberto Carlos, e promovendo, especialmente, alguma transformação social, no Brasil e no mundo. Pode parecer que penso grande, mas admito que, de certa forma, gostaria de ser um formador de opiniões, mas sem necessariamente ser considerado um dono da verdade. Gostaria de, pelo menos, poder sacudir um pouco, urbi et orbi, com minhas postagens, sempre mantendo o respeito à vida e à pessoa. Gostaria, também, de ser um mensageiro de paz e de esperança, fazendo a diferença na vida de alguém.

                          Quando leio um livro, uma revista, um jornal ou seja lá que texto for, por vezes aquela leitura nada me inspira, não me gera idéias. Não sei o que fazer com o conhecimento, naquele momento. Mesmo assim, ele fica guardado para, um dia qualquer, quando surgir algum estimulo, ele ressurgir e encontrar um caminho e uma razão.

                          Por vezes, quando sento para começar a escrever, geralmente de madrugada, quando as ideias fluem melhor, bebo algumas doses de vinho ou de cerveja, para poder me ajudar a, digamos que, entrar em transe. Então, meus conflitos do cotidiano fluem da minha mente até as pontas dos dedos e deságuam no teclado deste computador. Por vezes, eles vêm acompanhados por aquele conhecimento do qual falei acima, que estava hibernando, sem utilidade, mas, uma vez despertado, parece se multiplicar descontroladamente. 

                          Minhas postagens acabam quase sempre me fugindo ao meu controle, porque quase sempre acabo escrevendo mais que o planejado, haja visto que, por vezes, elas me servem como meio de catarses mentais. Em geral, tenho dificuldades para principiar a escrever um texto. Faz-se necessário todo um ritual. Preciso reservar um bom horário em que esteja livre de outras obrigações, para que possa me sentar, me sintonizar com o computador e entrar no clima deste trabalho. Todavia, quando consigo começar a escrever um texto, tenho dificuldades em conseguir parar. Enquanto escrevo, novas ideias vão surgindo, umas vezes sobre o mesmo assunto inicial, outras vezes sobre assuntos direta ou indiretamente ligados ao assunto principal. Depende da minha empolgação.

                          Uma postagem aqui, atualmente, não fica pronta em minutos. As primeiras postagens ainda saíam rápido. Por vezes, ainda me sento diante do computador ou de algum dispositivo portátil para deixar registrado rapidamente algum pensamento recém-concebido, no formato de um rascunho. Meu trabalho aqui não se limita apenas a escrever. Tenho de arrumar os textos e fazer algumas pesquisas para trazer links e imagens pertinentes aos textos. Não me preocupo apenas em escrever aqui feito uma metralhadora. Dou uma boa esculpida nos textos e preparo cada postagem com muito carinho, porque eu sei que ela vai ficar aqui, à disposição, enquanto houver Internet, para ser lida por alguém, um dia. Me preocupo com a apresentação das postagens, com a maneira pela qual serão lidas e interpretadas. Não sou puritanista, ortodoxo, nem talebã, mas procuro escrever abalizado pelas regras da Língua Portuguesa que conheço. Falarei mais detidamente sobre isto, nas próximas oportunidades. 

                          Mais uma vez, desejo um Felicíssimo Aniversário a todos(as) vocês, aniversariantes que passarem por aqui, especialmente aos que foram mencionados lá em cima, com muita saúde e alegria de viver. Obrigado aos milhares de internautas que passaram por aqui e que prestigiaram nosso trabalho, ao longo destes trezentos e sessenta e cinco dias de labuta. Sejam sempre bem-vindos. Vida longa a este jardim de ideias engarrafadas, as quais libertaremos, assim como libertaremos a nós mesmos.


 
                          
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