Viva São João!!!

Viva São João!!!
Felizes Festas Juninas.
O Profeta diz a todos: "eu vos trago a verdade", enquanto o poeta, mais humildemente, se limita a dizer a cada um: "eu te trago a minha verdade."

Mario Quintana

Editorial

Embora o Brasil não esteja em uma boa fase de sua história e não esteja sendo bem administrado, retroceder ao passado, principalmente àquele passado mais remoto e sem resultados satisfatórios para a coletividade, não é a solução.

Uma geração acreditou que, quando a oposição chegasse ao poder, finalmente, sentir-se-ia representada. Votou em um candidato à presidente que caiu e se levantou, algumas vezes, mas agora já não sabe mais em quem confiar, porque não há mais representações legítimas, para os trabalhadores e os estudantes. Existem apenas partidos para representar seus próprios interesses ou defender os privilégios de seus aliados diretos.

Dar vazão às mentes e às vozes que querem questionar e repensar o Brasil de uma maneira distinta, objetiva e imparcial. É para isto que estamos aqui.

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sexta-feira, 9 de maio de 2014

Boca no trombone


                           Quando estava me dirigindo ao Rio Grande do Norte, há alguns meses, passando por uma cidade do litoral cearense, sintonizei meu MP3 player numa emissora de rádio local. Duas coisas interessantes me chamaram a atenção. O locutor estava se pronunciando em resposta à um secretário de Estado que tentou mover um processo por danos morais contra sua pessoa e contra sua emissora.

                           Tudo se deveu ao fato de o locutor, que também é vereador daquele município, ter feito comentários no ar contra a omissão do secretário em tentar mobilizar mais recursos para o desenvolvimento da cidade, como a oferta de incentivos para atração de indústrias com geração de empregos e rendas e otimização do turismo, por exemplo, e tudo isso faria parte das tarefas de sua pasta. A Justiça considerou improcedente a ação, levando em conta que a manifestação do locutor era procedente e que o nome do secretário não foi mencionado no discurso.

                           Logo depois, o mesmo locutor leu na íntegra uma carta de renúncia escrita pelo secretário de saúde do município. Este queixou-se diversas vezes de ter se sentido desrespeitado, ignorado e conspirado dentro do governo municipal. Ele acusou a prefeitura de passar por cima de sua autoridade e de nomear pessoas sem qualificação para trabalhar na saúde, com base em indicações e trocas de favores. Acusou ainda a prefeitura de tomar atitudes em anos eleitorais mais preocupada em arrecadar votos para manter o status do grupo político situacionista do que com o bem estar da população.

                           As situações narradas acima são graves. Tratam-se de exemplos de falta de compromisso com o bem estar social, que é preterido em favor de interesses pessoais e políticos de alguns. 



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