Tire o pé do acelerador e redimensione sua vida.

Tire o pé do acelerador e redimensione sua vida.
Tire o pé do acelerador e redimensione sua vida.
O Profeta diz a todos: "eu vos trago a verdade", enquanto o poeta, mais humildemente, se limita a dizer a cada um: "eu te trago a minha verdade."

Mario Quintana

Editorial

Embora o Brasil não esteja em uma boa fase de sua história e não esteja sendo bem administrado, retroceder ao passado, principalmente àquele passado mais remoto e sem resultados satisfatórios para a coletividade, não é a solução.

Uma geração acreditou que, quando a oposição chegasse ao poder, finalmente, sentir-se-ia representada. Votou em um candidato à presidente que caiu e se levantou, algumas vezes, mas agora já não sabe mais em quem confiar, porque não há mais representações legítimas, para os trabalhadores e os estudantes. Existem apenas partidos para representar seus próprios interesses ou defender os privilégios de seus aliados diretos.

Dar vazão às mentes e às vozes que querem questionar e repensar o Brasil de uma maneira distinta, objetiva e imparcial. É para isto que estamos aqui.

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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Inocência e vulnerabilidade


                      No dia do segundo turno das eleições, o cidadão Luiz Gustavo Romão Ocana voltava para casa, após ter sufragado seu voto, numa zona eleitoral da Vila Brasilândia, em São Paulo, quando teria sido abordado e baleado por dois assaltantes. Como se não bastasse ter sido assaltado e hospitalizado com um tiro no tórax, ainda foi preso, acusado de ter assaltado um policial militar. Sua família iniciou uma mobilização, nas redes sociais, e procura reunir provas que consigam comprovar a inocência do rapaz.

                       Um conselho importante que eu deveria ter lhe dispensado, em uma postagem anterior, mas que fica valendo para os anos eleitorais vindouros, é: em dias de "festa da democracia", evite passar muito tempo fora de casa, saia apenas para ir votar. Nossa segurança está mais comprometida do que o habitual, em dias assim, porque boa parte do efetivo policial das capitais é deslocado para o interior, e, para os policiais que ficam, a prioridade é caçar os cabos eleitorais que porventura estejam fazendo "boca de urna".

                       Por essas e outras, estamos mais sujeitos a ser vítimas da violência, em dia de votação, e a polícia nada fazer por nós. Até porque existe também uma lei que proíbe as pessoas de serem presas, naquele dia, a menos que em flagrante. Não sei se o rapaz citado acima é culpado ou inocente, mas considero eventos como o descrito acima verossímeis, até como maneiras de o poder público procurar mascarar sua incompetência, encontrando um bode expiatório, ainda mais agora, com essa temporada de caça aos policiais, que foi aberta em São Paulo, há algumas semanas, e sobre a qual comentarei, em uma postagem futura.  



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