Tire o pé do acelerador e redimensione sua vida.

Tire o pé do acelerador e redimensione sua vida.
Tire o pé do acelerador e redimensione sua vida.
O Profeta diz a todos: "eu vos trago a verdade", enquanto o poeta, mais humildemente, se limita a dizer a cada um: "eu te trago a minha verdade."

Mario Quintana

Editorial

Embora o Brasil não esteja em uma boa fase de sua história e não esteja sendo bem administrado, retroceder ao passado, principalmente àquele passado mais remoto e sem resultados satisfatórios para a coletividade, não é a solução.

Uma geração acreditou que, quando a oposição chegasse ao poder, finalmente, sentir-se-ia representada. Votou em um candidato à presidente que caiu e se levantou, algumas vezes, mas agora já não sabe mais em quem confiar, porque não há mais representações legítimas, para os trabalhadores e os estudantes. Existem apenas partidos para representar seus próprios interesses ou defender os privilégios de seus aliados diretos.

Dar vazão às mentes e às vozes que querem questionar e repensar o Brasil de uma maneira distinta, objetiva e imparcial. É para isto que estamos aqui.

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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Balanço geral



                     Convidamos nossos leitores, seguidores e colaboradores a fazerem um balanço do que aconteceu e do que se guardou ao longo do ano que expirou, a fim de saber o que realmente importa para a vida, separando-se o que pode ou deve ser deixado para trás do que pode ou deve ser guardado, para que, como foi dito, você não se sinta mais tão pesado e possa voar. Além disso, convidamos também à uma reflexão sobre os valores das festas de fim de ano em geral. Você não percebe que elas tem-se mostrado um tanto monótonas e repetitivas, porém decaindo na qualidade??? Afinal de contas, você deseja às outras pessoas um Feliz Natal e um próspero Ano Novo somente por educação ou porque realmente acredita no que diz???


                       Ao longo de 2014, houve algumas perdas que, de certa forma, contribuíram para deixar a vida mais pobre e o mundo mais cinzento. Algumas perdas deram motivos suficientes para encerrar o ano em estado de luto, enquanto outras não tiveram o impacto esperado. Há alguns meses, por exemplo, um HD externo foi danificado, após uma queda. Não foi mais possível, então, acessar-lhes os dados, que representavam anos de histórias de uma vida registrados em arquivos de textos, de sons, de fotos, de vídeos e de programas aplicativos e utilitários. No entanto, foi possível seguir adiante na vida, mesmo sem aquele dispositivo, pois ele não se mostrou tão imprescindível. Ainda existe alguma remota possibilidade de serem resgatadas as informações daquele aparelho um dia, mas isso não tem-se mostrado uma prioridade agora.


                       Momentos como o Natal, por exemplo, perdem muito da sua graça e do seu sentido, quando não se pode mais estar perto de quem se ama, por diversos motivos, ou pior, quando se está digerindo a noção da ausência definitiva de um ente querido, justificada ou não. Independentemente disso, há muito tempo, as festas de fim de ano deixaram de irradiar a mesma alegria e de empolgar como outrora. O Natal é basicamente uma festa de aniversário, embora, às vezes, o aniversariante seja ignorado, mas já não anima mais, como nos tempos de infância. Não precisa ir muito longe para ver em que transformamos o Natal e entender porque ele já não tem mais a mesma graça. Como já foi dito, os criminosos, por exemplo, sempre intensificam suas atividades criminosas às vésperas de épocas festivas, especialmente nos finais de anos, mostrando-se mais vorazes, mais agressivos e mais audaciosos.


                       No período natalino, tragédias provocadas pela natureza ou pela mão humana continuaram acontecendo. O Brasil e o mundo continuaram se esfacelando em crimes, guerras, enchentes e estiagens, enquanto os meios de comunicação enfatizavam a movimentação intensa no comércio para as compras de Natal, o modismo, a vaidade e o desejo de ostentação de uma parcela fútil da população que vive em função das festas de fim de ano, do verão e do Carnaval, além de elaborar maus prognósticos para a economia nacional no ano vindouro, sempre com previsões de inflação elevada e de baixo crescimento econômico, como se o crescimento da economia resolvesse todos os nossos problemas. Por essas e outras, Papa Francisco tinha razão, ao declarar que havia muitas lágrimas no Natal. Algumas delas eram nossas.


                       O que devemos esperar dos festejos de Natal e de Ano Novo, então??? Eles devem ser períodos de transformação para refletir e empreender esforços para melhorar a vida em geral ou devem ser apenas períodos lúdicos para se embriagar, esquecer os problemas, encher os céus com shows pirotécnicos e contemplá-los, fingir que está tudo bem e retornar iguais àquela realidade que só tende a piorar, naquele círculo vicioso dos 365 passos???
 
 
                       De qualquer maneira, sejam todos bem vindos ao ano da graça(?) de 2015. Esperamos que ele seja bem mais produtivo para o bem que 2014. Dedicamos esta postagem aos aniversariantes de hoje e de amanhã, especialmente Ana Lívia, Hertha e Joanna. Felicidades, com muita saúde e mais alegria de viver. Encerramos a postagem e abrimos os trabalhos da temporada com a chancela do eterno síndico do Brasil cantando "Dia de Santos Reis".


                      


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