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A Pandemia pode ter passado, mas, onde você estiver, não se esqueça de mim.

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Falando em Pandemia, ela se foi, mas o Coronavírus continua entre nós, fazendo vítimas.

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sábado, 22 de novembro de 2014

Secos e molhados 2


“Estas águas correm para a região oriental, descem para o vale do Jordão, desembocam nas águas salgadas do mar, e elas se tornarão saudáveis. Onde o rio chegar, todos os animais que ali se movem poderão viver. Haverá peixes em quantidade, pois ali desembocam as águas que trazem saúde; e haverá vida aonde chegar o rio. Nas margens junto ao rio, de ambos os lados, crescerá toda espécie de árvores frutíferas; suas folhas não murcharão e seus frutos jamais se acabarão: cada mês darão novos frutos, pois as águas que banham as árvores saem do santuário. Seus frutos servirão de alimento e suas folhas serão remédio”.
Ezequiel 47, 8-9.12

           

                      Você deve ter visto nos meios de comunicação diversas notícias sobre escassez de chuvas, redução dos níveis de água em rios e represas e consequentes racionamentos em muitas cidades brasileiras. E não estamos nos referindo ao nosso querido e sofrido Nordeste. Por incrível que pareça, isso está acontecendo em várias regiões do Brasil, inclusive afetando praticamente todo o Estado de São Paulo, que parece nunca ter passado por uma situação como essa antes.

                      São Paulo, a terra da garoa, fria e úmida, durante a maior parte do ano, sempre foi vista como um oásis e uma terra de oportunidades para o restante do país. Hoje, a capital paulista, a cidade que, teoricamente, mais sofre com a falta de água nos mananciais, porque estes deveriam suprir as necessidades de pelo menos dez milhões de habitantes, já não é mais tão atraente como outrora, por esse e outros problemas correlacionados com a saturação de pessoas num mesmo lugar. Como é que uma metrópole daquelas se sustenta, numa situação como esta???

                       A estiagem deve estar tendo um impacto muito grande na vida dos paulistas. Eventos como esse são incomuns por lá. No Nordeste, que já é afetado pela seca periodicamente, estamos sempre procurando nos adaptar a ela e ao clima semiárido habitual, de acordo com as nossas possibilidades. Mesmo com os nossos governantes não levando à sério a seca, nem abordando-a com sensatez, as civilizações instaladas no Nordeste prosperaram, grosso modo, desde que os portugueses aqui se estabeleceram de vez, no século XVII. Não foi uma ocupação fácil. Embora nosso Nordeste pareça de longe uma terra seca, infértil e inóspita, os portugueses tiveram que disputar esta terra com os holandeses, com os franceses e com os espanhóis, por exemplo. Aqui, como dizia o filósofo, em se plantando, tudo dá. Aqui, naqueles tempos, produzia-se açúcar, algodão, couro e carne seca.



                       Engana-se quem acredita que a transposição de parte das águas do rio São Francisco para alguns Estados nordestinos que não são diretamente irrigados por ele e que o aproveitamento e a redistribuição das águas captadas do rio, por meio de obras como o Cinturão das Águas, no Ceará, por exemplo, resolverão, em definitivo, a carência de águas nos sertões. O "Velho Chico" já não anda tão bem das pernas e não consegue mais suportar a si próprio como outrora. Uma prova recente de sua fragilidade é que uma de suas nascentes, no norte de Minas Gerais, secou. Isso é um sinal de que talvez não possamos mais contar com ele por muito tempo.



                       Enfim, como temos recebido notícias de falta de água, em muitos lugares do Brasil e do mundo, devemos começar a nos preocupar com o futuro das águas e repensar as maneiras como as utilizamos, porque, até ainda pouco, elas sempre foram abundantes, mas nunca foram infinitas. Há relatos de que, em alguns países exportadores de petróleo, por exemplo, encher o tanque de um veículo com gasolina custa bem menos do que comprar um garrafão de água mineral.




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