Viva São João!!!

Viva São João!!!
Felizes Festas Juninas.
O Profeta diz a todos: "eu vos trago a verdade", enquanto o poeta, mais humildemente, se limita a dizer a cada um: "eu te trago a minha verdade."

Mario Quintana

Editorial

Embora o Brasil não esteja em uma boa fase de sua história e não esteja sendo bem administrado, retroceder ao passado, principalmente àquele passado mais remoto e sem resultados satisfatórios para a coletividade, não é a solução.

Uma geração acreditou que, quando a oposição chegasse ao poder, finalmente, sentir-se-ia representada. Votou em um candidato à presidente que caiu e se levantou, algumas vezes, mas agora já não sabe mais em quem confiar, porque não há mais representações legítimas, para os trabalhadores e os estudantes. Existem apenas partidos para representar seus próprios interesses ou defender os privilégios de seus aliados diretos.

Dar vazão às mentes e às vozes que querem questionar e repensar o Brasil de uma maneira distinta, objetiva e imparcial. É para isto que estamos aqui.

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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Cogumelo estragado e fatal



        Os dias 06 e 09 de agosto passados próximos foram marcados pelas lembranças dos 70 anos das detonações de ogivas nucleares sobre as cidades japonesas de Hiroshima e de Nagasaki, respectivamente. Aquelas explosões, que marcaram o fim da Segunda Grande Guerra no Pacífico, foram os únicos ataques nucleares da história registrados até hoje. Seria aquela ofensiva realmente necessária e indispensável, para selar a paz???


        Essas datas não merecem comemoração, mas devem ser recordadas e pensadas, porque foram duas bombas atômicas lançadas covardemente contra alvos civis e inocentes, no contexto de uma guerra, atingindo um oponente em seu ponto mais fraco e ceifando inicialmente centenas de milhares de vidas, além de outras tantas milhares de vidas, ao longo das décadas. Centenas de milhares de cidadãos inocentes e desarmados pereceram em consequência dos desatinos de seu governo.


        Aquele duplo ataque atômico, que teria sido justificado por conta do que aconteceu em Pearl Harbour, Havaí, em dezembro de 1941, foi um exemplo único de uso desproporcional de força. Desde então, o agressor vem tentando se proteger com afinco a todo e qualquer custo de um ato semelhante por parte de seus inimigos em potencial. Ele tremeu, quando a extinta União Soviética teria guardado ogivas nucleares em Cuba, um país insular vizinho, em 1962. Mesmo assim, não conseguiu impedir uma série de ataques aéreos com aeronaves comerciais em seu próprio terreno, em 11 de setembro de 2001.


        Muitas nações ainda estariam adquirindo ou produzindo e testando armamentos nucleares, como forma de ostentar poder e influência. Você deve se recordar, por exemplo, dos polêmicos testes nucleares feitos pela França, no atol de Mururoa, um conjunto de ilhas da Polinésia Francesa, no Oceano Pacífico, há vinte anos. Há quem pense que o Brasil deveria fazer o mesmo. Devemos, portanto, nos esforçar para que episódios trágicos e vergonhosos como aqueles não se repitam, porque eles não se justificam em hipótese alguma.





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