Viva São João!!!

Viva São João!!!
Felizes Festas Juninas.
O Profeta diz a todos: "eu vos trago a verdade", enquanto o poeta, mais humildemente, se limita a dizer a cada um: "eu te trago a minha verdade."

Mario Quintana

Editorial

Embora o Brasil não esteja em uma boa fase de sua história e não esteja sendo bem administrado, retroceder ao passado, principalmente àquele passado mais remoto e sem resultados satisfatórios para a coletividade, não é a solução.

Uma geração acreditou que, quando a oposição chegasse ao poder, finalmente, sentir-se-ia representada. Votou em um candidato à presidente que caiu e se levantou, algumas vezes, mas agora já não sabe mais em quem confiar, porque não há mais representações legítimas, para os trabalhadores e os estudantes. Existem apenas partidos para representar seus próprios interesses ou defender os privilégios de seus aliados diretos.

Dar vazão às mentes e às vozes que querem questionar e repensar o Brasil de uma maneira distinta, objetiva e imparcial. É para isto que estamos aqui.

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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Retorno 6


                       Voltemos a rebuscar memórias do ano de 1998. Lembro-me de um certo professor de história que procurava nos instigar a ficarmos por dentro das principais notícias divulgadas pelos meios de comunicação da época. Ele mesmo era um cidadão bem informado. Lembro-me de que, quase todas as manhãs, chegando ao colégio, o via dentro de seu carro, estacionado nas proximidades, lendo um jornal.

                       Era engraçado quando aquele homem, com sua voz meio disfônica, quiçá pelo cigarro, meio cabisbaixo, nos dizia algo como "Pessoal, como é que pode, vocês não sabem o nome do Ministro do Fazenda???". Ele, por vezes, comentava algumas notícias que lia. Tanto que, como naquele momento, o Brasil estava passando por uma crise econômica considerável, em quase todas as aulas, ele chegava dizendo algo do tipo "Hoje, saíram n milhões de dólares do Brasil".

                       Pelo menos da minha parte, ele conseguiu minha adesão. Estava já bastante entrosado com as notícias daquela nossa época. Tinha em mente um vasto material para fazer as minhas redações. Só estava ainda meio confuso sobre como trabalhar com ele. Levou um bom tempo até que conseguisse tomar as rédeas do conhecimento e ainda hoje me tem sido dispendioso domesticar a minha verve e otimizar a minha produtividade em textos e em outras áreas. Como já devo ter dito antes, recebia semanalmente as edições da revista Veja e cheguei a praticamente andar com elas embaixo do braço, por algum tempo. Naquele ano, surgiu também no mercado, uma nova revista do mesmo segmento de Veja, a revista Época, a qual viria a conhecer melhor mais tarde. Depois precisamos conversar melhor sobre isto.


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